Trabalhadores do Paraná contra a reforma trabalhista
Data: 13-11-2017 | Publicado por: UGT - Paraná

Trabalhadores do Paraná contra a reforma trabalhista

Trabalhadores e dirigentes sindicais de diversas categorias filiadas à UGT participaram do Dia Nacional de Protestos contra a reforma trabalhista e a proposta de reforma da Previdência, na sexta-feira, 10/11. No Paraná foram registradas manifestações da UGT em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Paranaguá.

10_11_cwb-02.jpgEm Curitiba a concentração começou às 11 horas  na Boca Maldita,  local historicamente conhecido por acolher manifestações pela democracia no País. “Estamos aqui hoje reunidos não apenas para protestar contra essa deformação trabalhista imposta pelo governo Temer, mas para mostrar a disposição da classe trabalhadora em lutar pela democracia, pelos direitos constitucionais e pela dignidade do povo brasileiro”, disse o presidente da UGT-PARANÁ, Paulo Rossi (foto). O dirigente ugetista convocou a população paranaense a mostrar, nas urnas em 2018, a indignação a todos os parlamentares que traíram os trabalhadores ao aprovarem a reforma trabalhista: “houve uma clara tentativa de acabar com o movimento sindical no Brasil, mas ao contrário do que articularam os traidores da pátria, os brasileiros estão ainda mais unidos e coesos na defesa dos direitos inalienáveis da classe trabalhadora”, destacou Rossi.

10_11_cwb-03.jpgAlexandre Donizete Martins (foto), presidente do Siindenel - Sindicato dos Eletricitários de Curitiba (entidade filiada à UGT), destacou a paralisação  dos trabalhadores da Eletrosul, empresa encarregada da distribuição de energia elétrica para a região Sul do País: “trabalhadores da Eletrosul do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul cruzaram os braços nesse dia de protestos contra a reforma trabalhista, a intenção do governo em promover uma reforma da Previdência deformada; e contra a venda da Eletrobras e de suas empresas coligadas”. Donizete lembrou que o setor energético brasileiro, vital para a manutenção da soberania nacional, vem sendo precarizado pelo governo Temer, para reduzir o valor de mercado da empresa.

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Post Mario de Gomes
Em 13/11/2017
Fotos: MGS/UGT

Secretário de Comunicação UGT-PARANÁ
João Riedlinger